Robyn está de volta com EP e Turnê em parceria com Röyksopp! Vem ouvir as novas músicas!

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Muita gente já chorou na pista com o “eletro-fossa” da Robyn. Bem, ela é bem isso: consegue colocar a nossa fossa e corações partidos em faixas eletrônicas cativantes e emocionantes – especialmente no projeto “Body Talk” (2010).

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E depois de alguns anos sem lançar nada, a sueca simplesmente vai lançar agora no dia 26 um EP, em parceria com a dupla-eletrônica de noruegueses Röyksopp (que já produziram algumas faixas com ela anteriormente). Mas, ainda melhor que isso: eles também vão sair em turnê em junho. Saca só o trailer cativante:

O disco Do it Again, terá 5 faixas e algumas já podemos escutar. Está novo, diferente e como os mesmos falaram “não soa como Röyksopp com Robyn ou Robyn produzida pelo Röyksopp, é algo totalmente diferente, a palavra ‘colaboração’ nunca esteve tão justificada no mundo da música” (fonte).

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ouças elas AQUI

Tracklist:
01. “Monument”
02. “Sayit”
03. “Do It Again”
04. “Every Little Thing”
05. “Inside The Idle Hour Club” 

 

2014 realmente está começando muito bem para nós, ecléticos e fãs de música diferente. Cuidado: vicia.

O tempo passa, o tempo voa, e Hollywood continua achando as biografias uma boa!

jessicaUma fórmula na qual a meca do cinema sempre investe, a cinebiografia sempre causa curiosidade quando anunciada. Seja pela tensão (Ben Winshaw, não acabe com Freddie Mercury!) ou pela empolgação – Judy Garland já foi interpretada maravilhosamente bem pela xará Judy Davis em 2001, mas a semelhança física de Anne Hathaway não me deixa não ficar intrigada com o projeto, anunciado há alguns anos e que parece que finalmente vai sair do papel.

Nomes bastante conhecidos, aliás, são apostas até arriscadas para cinebiografias. Se “Piaf”, “Johnny e June” e até “Dois Filhos de Francisco” devem grande parte de seu sucesso ao talento de seus protagonistas, biografias como a de Charles Darwin, Jane Austen (com a Hathaway, inclusive) e Steve Jobs não renderam o esperado. Isso sem falar quando vira um clássico do trash, como “Mamãezinha Querida”, que em 1981 afundou de vez a carreira de Faye Dunaway, uma das atrizes mais polivalentes dos anos 70.

O caso mais recente de fracasso foi “Diana”. Lançado no ano passado, tinha tudo para ser um sucesso – uma atriz talentosa, uma história cheia de drama e uma personagem complexa (só uma das mulheres mais fotografadas do século passado). No entanto, o resultado foi um fracasso e deixou a protagonista Naomi Watts morta de vergonha (tanto é que ela mal divulgou o filme nos Estados Unidos depois que a produção foi execrada na Grã-Bretanha).

E para que esse lenga-lenga todo? Porque o diretor Andrew Dominik (do ótimo “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford”, de 2007) anunciou que no segundo semestrei finalmente começa a filmar “Blonde”, uma cinebiografia cheia de toques sombrios da diva Marilyn Monroe. A escolhida para o papel? Jessica Chastain.

O engraçado disso tudo é que, quando o projeto foi anunciado, lá atrás, Jessica ainda era uma desconhecida e o nome cotado para dar vida a Norma Jean/Marilyn era Naomi Watts. Isso não deixa de ser curioso, já que Naomi substituiu Jessica em “Diana”, quando ela percebeu que o papel era uma cilada, Bino! Será que dessa vez a ruiva vai rir por último de novo? Talento não lhe falta e quem já assistiu o sonolento “Histórias Cruzadas” sabe que ela tem tudo para dar conta do recado!

“Blonde” é baseado no livro de Joyce Carol Oates sobre a estrela – de suas origens como Norma Jean, a escalada ao sucesso até a morte misteriosa. A película deve começar a ser filmada em agosto e tem a produção da Plan B, de Brad Pitt.

Escrito por Camila Henriques 

Avril Lavigne invade o Japão com novo clipe colorido “Hello Kitty”

Saiu, finalmente! Uma das músicas mais divertidas e viciantes do último disco da Avril Lavigne, a “Hello Kitty”. O clipe é praticamente um passeio pelo bairro de Harajuko (Tókio – Japão) com direito a amiguinhas coloridas e saquê no Ichiban de lá. 

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Lembrando que semana que vem ela desembarca no Brasil: São Paulo, ela se apresenta no Citibank Hall nos dias 29 e 30 de abril; no Rio de Janeiro (Citibank Hall) no dia 2 de maio; em Belo Horizonte (Chevrolet Hall) no dia 3 de maio; e Brasília (Net Live Brasília) no dia 4 de maio.

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Companhia da Lapada te ensina a afastar sua prima invejosa

"Êta, Carai!"

“Êta, Carai!”

Todo mundo tem uma prima(o) ou amiga(o) invejosa(o), né? Quando você começa a namorar, a primeira coisa que aparece é gente do inferno pra falar mal do relacionamento e querer seu boy (ou sua girl. Amor livre, galera!). Tá com dúvidas de como se defender dessa parenta escrota? A Companhia da Lapada te ensina com frases que formam pura poesia. Acompanha a gente nessa viagem lírica depois do vídeo:

 Sai pra lá, sua arrombada! Vá sifudê.

Se mainha embassar, eu dô-lhe em você.

Não adianta: ele não quer você. Sou eu quem faz amor gostoso com ele.

E, é claro, a mais romântica de todas:

Ele já me comeu, eu vou morá cum ele.

E não se esqueçam, galera: Jacaré que dorme vira bolsa

Ai, fiquei tocada, sabe?

Literalmente na pior em Paris e Londres

mob-parisO título do livro “Na pior em Paris e Londres” não expõe nem de longe a realidade abordada na primeira obra assinada pelo pseudônimo inglês George Orwell. Uma Paris de cozinhas imundas, plongeurs mal pagos e habitada pelos tipos de pessoas mais nojentos e desorientados é apresentada antes de uma Londres cujos albergues da década de 1930 entram em conflito com os atuais destinos preferidos de jovens viajantes mochileiros.

Antes de falarmos sobre o livro em si, vale destacar que a obra se refere ao período vivido por Eric Arthur Blair antes de virar romancista e assumir o nome George Orwell para publicar artigos jornalísticos e manuscritos. “Na pior em Paris e Londres” é contado em uma narrativa envolvente, porém cansativa. Não me entenda mal; passei da fase de esperar que todos os enredos caminhem para um destino agradável. O que me deixou intrigado, e especialmente deprimido, é que a história de Orwell não parece ter nem mesmo um fecho de luz durante uma jornada sofrida, esfomeada e à beira da perda de personalidade. Sabe quando um autor leva o personagem principal até o fundo do poço e, como mágica, tudo promete ficar bem? Orwell não se preocupa em fazer isso na obra de estreia no mundo literário. Quero dizer, algumas promessas de emprego são feitas ao narrador por companheiros mendigos recém-conhecidos ou velhos amigos igualmente perdidos financeiramente, mas todas são refutadas quase que imediatamente pelo leitor – e até mesmo pelo autor.

george-orwell-bbcAcredito que o maior motivo para tais complicações deve-se ao fato de ser uma narrativa real (ou pelo menos próxima da realidade vivida pelo britânico). Não que a vida seja plena de desastres, mas quem não passa por aqueles momentos em que saídas claras não são vistas por olhos cegos de tristeza e profunda depressão? Não me atrevo a abordar as dificuldades da vida por serem complexas, particulares e honestamente cansativas e entediantes. A questão é que quando digo que fiquei realmente deprimido durante a leitura, estou sendo absolutamente literal. O leitor é envolvido em acontecimentos estarrecedores e posto em ambientes inimagináveis por aqueles que contam com um salário no fim do mês para pagar pelas regalias de uma vida simples e satisfatória. E isso me leva a pensar sobre como Orwell aborda a perda da personalidade como um resultado da pobreza:

“Você descobre o tédio e as complicações mesquinhas e os primórdios da fome, mas descobre também o grande aspecto redentor da pobreza: o fato de que ela aniquila o futuro. Quando tudo o que se tem na vida são apenas três francos, você se torna bastante indiferente: os três francos vão lhe alimentar até o dia seguinte e você não pode pensar adiante disso. Você fica entediado, mas não tem medo”.

O parágrafo me chamou a atenção pelo sentimento de pura dormência trazida pela pobreza e a perda do “luxo” de se preocupar com uma vida a longo prazo e a urgência em conseguir apenas a sobrevivência do dia.

Outra virtude apresentada pelo autor é a fidelidade a amizades antigas. Dentre vários exemplos – de Boris, em Paris, e Paddy , em Londres -, o primeiro deixa o narrador sem emprego e sem moradia. Não que o amigo assim o desejasse, mas promessas na época pareciam significar muito mais do que um aperto de mãos entre dois sujeitos sofrendo com um sistema econômico decadente.

Após uma sequência de desgraças em Paris, o narrador muda-se para Londres para encontrar uma realidade ainda pior e desesperadora, não fosse a dormência trazida pela miséria. É na capital inglesa que Orwell se depara com a real mendicência e a legislação antiquada londrina em relação a pedintes e aqueles que tinham o suficiente para comprar o próprio pão. É nesta parte da história que vemos um Orwell tão visionário e futurístico quanto McLuhan.

O jornalista ensaia em dois capítulos inteiros sobre o que seria suficiente para melhorar a qualidade do serviço em hospedagens públicas e albergues baratos. O autor afirma que o governo, partindo do pressuposto de que o mendigo é incapaz de fazer qualquer coisa senão pedir e sujar a visão da cidade, apenas recebe o desafortunado com duas fatias de pão e chá. A sugestão de fazer com que os sem-teto produzam o próprio alimento em hortas instaladas nos abrigos lembra a atual ação de presídios, clínicas de reabilitação e próprias instituições que abrigam pessoas sem moradia, onde há um conjunto de atividades que devolvem a personalidade e a autonomia, além de tirá-los do status de apenas um número no livro de internos e dando-lhes de volta nomes e profissões.

O fim da história chega abruptamente e sem muitas explicações sobre o que o destino do errante jornalista o reservaria. Porém, saber que o futuro do narrador não mais se limitava à refeição do dia ou onde iria deitar a cabeça durante a noite já é o suficiente para o leitor, que acompanha Orwell em uma deprimente e alarmante realidade.

 

As 10 melhores versões da abertura de “Game of Thrones”

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A série é oficialmente uma das mais acompanhadas no mundo inteiro, inclusive pelo Brasil: o nosso país é um dos que mais a assiste. E, claro, a pesar da série ser de drama/aventura, a comédia nunca fica longe.

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Já que nós amamos e estamos  “se batendo” na espera dos próximos capítulos da quarta temporada, resolvi separar as MELHORES VERSÕES DA ABERTURA da série. Pega a Pringles e prepare-se para rir:

1. Versão Simpsons

2. Versão “Castelo Ra-Tim-Bum”

3. Game of the Nordeste (Abertura feita com capitais Nordestinas):

 

4. Versão Disney – Adorei os ícones de cada “família”:

5. Versão anos 90 – Até o efeito de “fita VHS” com direito a trilha do Queen:

6. Versão Felina – Haja miado: 

7. Versão “Acapella” – Adoro essas versões, são trabalhosas e bonitas: 

8. Versão Cabras (Goat) – Bota a cabra pra gritar!

9. Versão SKA – Um dos ritmos mais contagiantes ~especialmente em formaturas americanas – ganhou versão também: 

 

10 . Versão “Redes Sociais” – Excelente versão, uma das mais inteligentes: 

Bônus: E se Game of Thrones fosse um jogo de RGP de videogame antigo? Pega a tua merenda, geeks:

Gostou? Qual a sua preferida? Deixe seu comentário e aguardem por mais coisas engraças da série em nossas redes sociais.

 

E se os personagens da Disney trocassem de sexo?

Muita gente chama a Ariel de periguete só porque ela se apaixonou pelo Eric assim que o viu. Mas e se ela fosse um homem, será que o chamariam de womanizer ou diriam que ele é romântico? Daí que uma artista canadense, apelidada de Sakimi Chan, fez a verdadeira troca de sexos entre os personagens da Disney.

Personagens de “A Pequena Sereia”, “Pocahontas”, “Frozen” e “Hércules” e a melhor mais engraçada na nossa opinião, ~O Belo e a Fera~. Alguns ficaram engraçados, não nos controlamos e fizemos piada, mas a verdade é que o trabalho da moça é lindo MESMO! Saca só:

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Malévolo versão S&M

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HAHAHAHA ~Esmeraldo~

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Gente, olha os…. tentáculos do Úrsulo

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Direto do Amazonas para o mundo

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Cruello De Vil

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O Ariel (que tá um espetáculo) e a ~Linguada~

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Elza, é você?

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Hades, depois de passar pela cirurgia de mudança de sexo e pela equipe do Cabral Coiffeur

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Gente, olha a cara da Fera hahahaha